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História

 

  • Museu Municipal de Vila Franca de Xira – Núcleo-Sede
  • Museu Municipal de Vila Franca de Xira – Núcleo-Sede

O Museu Municipal, designado por Biblioteca-Museu Dr. Vidal Baptista, (em 1947 iniciou-se a biblioteca), foi instituído em 1951, por iniciativa desse advogado e colecionador de objetos que testemunham o interesse pela sua terra natal, Vila Franca de Xira. Até 1972, ano do falecimento do seu fundador, o Museu conheceu um período intenso de atividades.

Entre esse ano e 1980 assistiu-se ao decréscimo da sua ação e verificou-se simultaneamente a carência de instalações que originaram o seu encerramento.

Decorreram cinco anos, até que em 1985, reabrisse ao público, o Núcleo - Sede ocupando parte do edifício setecentista da Rua Serpa Pinto, em Vila Franca de Xira, em conjunto com o Departamento de Acção - Sócio Cultural da autarquia.

  • Barco Varino
  • Núcleo de Alverca

Em 1988 foi constituído o seu segundo núcleo museológico com a aquisição e recuperação de uma embarcação tradicional do Rio Tejo, o Barco Varino Liberdade.

Em 1990 abriu o Núcleo Museológico de Alverca no edifício setecentista da antiga câmara de Alverca em frente ao pelourinho manuelino.

A partir de 1995 o Núcleo - Sede passou a funcionar na quinta e Palácio do Sobralinho, adquirida dois anos antes pelo município, procedendo-se à instalação nesse espaço dos serviços técnicos do museu, das reservas museológicas, laboratório de conservação e restauro e de uma oficina de artes integradas do sector educativo. Em Vila Franca de Xira manteve-se até 2000 uma pequena exposição que documentava o programa museológico do Museu Municipal.

  • NÚCLEO MÁRTIR SANTO
  • Museu Municipal de Vila Franca de Xira – Núcleo-Sede

Em 2001 foi inaugurado o Núcleo Museológico da Igreja do Mártir Santo São Sebastião, em Vila Franca de Xira, com uma exposição dedicada à arte sacra, coleção antoniana e arqueologia de sítio.

Em 27 de Setembro de 2003 reabriu, em Vila Franca de Xira, na Rua Serpa Pinto, o Núcleo - Sede no antigo palacete setecentista, mandado construir pelo nobre Diogo Baracho. Nessa época a edificação não foi concluída, apresentando apenas a parte sul e a fachada. Esta originalmente tripartida e centrada na igreja dedicada a Nossa Senhora do Monte do Carmo, cuja estrutura foi conservada.

Este espaço foi recuperado e adaptado a espaço museológico, a expensas da autarquia e cofinanciado pelo Plano Operacional da Cultura. O programa museológico foi preparado pela equipa de museólogos do museu e o projeto arquitetónico é da autoria do Arquiteto Cândido Chuva Gomes.

Aqui foram reinstalados parte dos serviços técnicos e de direção do Museu e as áreas de interface com os públicos – Exposições, Centro de Documentação e Oficina Educativa, auditório polivalente e loja.

  • Centro Interpretativo do Forte da Casa
  • NÚCLEO "A PÓVOA E O RIO"

No dia 4 de novembro de 2010, foi inaugurado o Centro Interpretativo do Forte da Casa, implantado no perímetro da obra militar n.º 38, o equipamento parte da existência do monumento para dar a conhecer ao visitante alguns episódios da história conturbada das Invasões Napoleónicas a Portugal, os testemunhos e o impacto no concelho de Vila Franca de Xira, e a relação do Forte da Casa com a estratégia e a implantação regional das Linhas de Torres Vedras.

Em 20 de julho de 2013, abriu o Núcleo Museológico A Póvoa e o Rio. Englobado no Parque Urbano da Póvoa de Santa Iria, representa uma oportunidade de divulgação, estudo e conhecimento, das relações que a população da Póvoa de Santa Iria estabeleceram com o rio Tejo ao longo dos anos. Apresentam-se como objetivos da exploração do Núcleo Museológico: a preservação do património e aspetos temáticos, bem como desempenhar um papel ativo na vida cultural e educacional da freguesia da Póvoa de Santa Iria e do próprio Concelho de Vila Franca de Xira.

  • Centro de Estudos Arqueológicos de Vila Franca de Xira – CEAX | Cachoeiras
  • Centro de Estudos Arqueológicos de Vila Franca de Xira – CEAX | Cachoeiras

A 26 de setembro de 2015, foi inaugurado o Centro de Estudos Arqueológicos de Vila Franca de Xira. A sua criação decorre do reconhecimento da importância crescente que, para as populações do presente, representa o conhecimento das sucessivas ocupações humanas que desde os mais recuados tempos, ocuparam o território, só possível através da Arqueologia.

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